Industrialização, cadeias de valor e direito ao desenvolvimento

A fábrica de grafite de Nipepe, na província do Niassa, surge num momento em que Moçambique enfrenta o duplo desafio de diversificar a sua base produtiva e romper com o padrão histórico de dependência de exportações primárias de baixo valor acrescentado. Desde 2018, o país consolidou-se como um dos maiores produtores africanos de grafite, sobretudo devido ao megaprojecto de Balama, em Cabo Delgado, operado pela Syrah Resources.

Contudo, entre 2019 e 2023, mais de 90% do grafite moçambicano foi exportado como concentrado bruto, com processamento mínimo no território nacional, limitando a captura de valor interno, a criação de capacidades industriais e os encadeamentos produtivos locais.

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